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novo disco do qarteto de saxofonistas de São Francisco fundado em 1977.Download free Rova Saxophone Quartet & The Nels Cline Singers – The Celestial Septet (2010)

novo disco do qarteto de saxofonistas de São Francisco fundado em 1977.
Download free Rova Saxophone Quartet & The Nels Cline Singers – The Celestial Septet (2010)

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12 reproduções

Estradasphere: The Trials And Tribulations Of Parking On Your Front Lawn, do disco “It’s Understood” de 2003.
Mais info: Site oficial | MySpace | Last.fm

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10 reproduções

Esbjörn Svensson Trio (E.S.T.): Dodge The Dodo do disco “Brane Roncel Izza Odra - Live In Studio 1 Ljubljana” de 2003.

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100 reproduções

Kentucky, música da Hermano (2008), banda do ex-vocalista do Kyuss John Garcia.

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21 reproduções

Elvis Perkins: Elvis Perkins In Dearland, 2009

★★★★

O ano de 2009 continua trazendo boas surpresas. Este belo projeto do compositor, vocalista, violonista e filho do Norman Bates, digo, Anthony Perkins é uma delas.

Com um sólido e criativo acompanhamento de instrumentos pouco comuns pro gênero, como tuba, saxofones, clarinetes e outros horns, o folk de Elvis Perkins tem retrogosto de Dylan com Neil Young e Leonard Cohen, sem, no entanto, correr o risco de ser rotulado como imitação de algum deles.

Tem lá seu DNA musical próprio, falando de morte com leveza e elegância. Na real, se você não prestar atenção nas letras, parece mais uma celebração à vida.

Ouça a primeira faixa aqui [aperte o play acima].

Ou siga o MySpace

Site oficial

música pra ouvir: Shampoo

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10 reproduções

DeLeon: DeLeon, 2008

★★★★

Bela surpresa este disco.

Numa mistura original de rock indie, pop, folk, música cigana e sefardita (judaica, vinda de Portugal e Espanha), as auto-denominadas “melodias da pré-Inquisição pós-modernizadas” do quinteto DeLeon são deliciosas de ouvir.

O álbum dessa banda novaiorquina liderada pelo vocalista e guitarrista Dan Saks já mostra maturidade impressionante para o primeiro disco de uma banda formada em abril do ano passado.

As músicas, cantadas em inglês, hebraico ou ladino, além das influências citadas acima, trazem nacos modernos de Animal Collective, Talking Heads ou até Dengue Fever (com quem já fizeram tour).

O mais puro 15th Century Spanish Indie Rock!

MySpace oficial com mais 2 músicas pra escutar.

Aqui você vê o clipe produzido pela própria banda na turnê com Mike Gordon e Balkan Beat Box.

música pra ouvir: La Ner V’Livsamim

comentários originais

Bruno Scartozzoni 27/01/2010 às 7:17 pm Alguém sabe onde baixar esse album? Procurei nos quatro cantos da web e não encontrei.

henrík 26/11/2008 às 10:13 pm soa estranho parece turco gostei.

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7 reproduções

Medeski, Martin & Wood: Radiolarians 1, 2008

★★★★★

Começaram o ano com o divertido Let’s Go Everywhere, para crianças - e com a participação delas. No meio do ano, sai o Zaebos (*), décimo primeiro volume do segundo livro de Masada do amigo, colaborador e admirador de longa data John Zorn. E agora, no finalzinho do mês passado, logo após sua passagem pelo Brasil com shows incríveis, lançam pelo próprio selo, o Radiolarians 1.

Já posso dizer que dois mil e oito foi o ano do trio Medeski, Martin & Wood. Tanto que abri uma excessão no blog: a de, a princípio, comentar apenas um disco por artista.

Se você não foi aos shows do MMW, e curte aquele jazz com groove tão característico da banda… esqueça este disco. :P E o anterior também (*).

Abre parênteses.

Engraçado como algumas bandas são rapidamente encaixadas em determinados nichos ou estilos, sem uma análise minimamente mais cuidadosa. O interessante disso é que é bem comum essa generalização vir dos próprios fãs, justamente aqueles que conhecem melhor o trabalho do artista.

MMW infelizmente cai facilmente nesta armadilha. Eles fazem jazz/funk? Sim, certamente. Mas só isso? Nem fudendo.

Dando uma rápida passada na discografia da banda… ou mesmo ouvindo 3 ou 4 dos seus discos mais representativos, é fácil perceber que o trio vai muito além dessa percepção jazz-moderninho-feliz-grooveado.

Os caras vieram de uma escola avant-garde, calcada em improviso e experimentação. Nos anos 80, antes da fundação oficial do trio, se esbarraram em gravações e shows de artistas como Bob Moses, John Lurie, John Zorn, Ned Rothenberg, Bob Mintzer, Dewey Redman, Alan Dawson, etc.

Todos seus discos trazem esse lado, junto com samba, country, reggae, salsa, jazz tradicional, etc com igual ou até maior importância que o funk. Alguns de seus álbuns mal “esbarram” no groove, como, por exemplo, o Tonic, o Notes From The Undergound e, principalmente, o Farmer’s Reserve.

Fecha parênteses.

A liberdade criativa que eu esperava no primeiro disco lançado pelo selo próprio e comentada no post anterior da banda só apareceu agora.

Primeiro de três volumes, a série Radiolarians (ou radiolários, em português: protozoários amebóides que dão origem a esqueletos minerais, encontrados no plâncton oceânico - e tão divinamente ilustrados pelo biólogo alemão Ernst Haeckel no começo do século passado, inclusive na capa deste álbum) tem justamente a proposta de liberdade total.

Medeski comenta que “a banda não é sobre música, per se, e sim sobre as sensações e sentimentos que vêm dela”. É fácil entender isso quando você vai a um show deles e se vê viajando boquiaberto por horas numa espécie de (desculpa a bicho-grilagem) viagem sensorial. Os caras estão lá claramente pela experiência, pela experimentação - não pra fazer bonitinho tocando “hits” pro público bater o pezinho. São até meio mal educados, pouco se comunicam com o público. Pena.

Claro que não estamos falando de um free-jazz absoluto. Neste Radiolarians 1, eles não esqueceram o lado mais acessível e que lhe deu boa parte da fama - e da maldição comentada nos parênteses acima - e se (nos) deliciam com ótimos temas como “Professor Nohair” ou “Free Go Lily”. Mesmo nessas, um groove é facilmente deixado de lado para improvisos de todas as espécies, ora de piano ou órgão, ora de baixou, ora de bateria, para depois voltar ao balanço.

Mas são as músicas mais “soltas” que eu acredito que fazem deste o melhor trabalho do trio em anos.

Reliquary (ouça acima), como comentou um querido amigo, é praticamente um Hendrix psicopata. No disco ela quase chega a 8 minutos, contra uns 12 ou 15 dos shows da banda aqui no Brasil. A brusca interrupção do tema nervoso inicial pra um piano delicado no meio da música já valeu, pra mim, a audição do álbum.

A idéia de feitura deste álbum, que originalmente deveria se chamar Viva La Evolution é muito interessante. Eles se juntaram por 5 dias pra compor e trocar material que cada um dos integrantes tinha criado separada e anteriormente. Logo na sequência, sairam em turnê, tocando quase que exclusivamente esse material inédito, entre um ou outro tema antigo e mais conhecido do seu público, perto do bis :P

Finalizada a tour, o trio entrou num estúdio por 3 ou 4 dias e gravou esse material novo.

Agora, abandonarão esses temas e começarão tudo de novo, mais 2 vezes - o que resultará nos próximos volumes da série Radiolarians.

A julgar por esse começo, acredito que estamos tendo a oportunidade de conhecer um renascido MMW, mais sensorial, mais livre e, por que não dizer, mais sincero.

E agora com seu exosqueleto de quitina à mostra!

(*) Vale fazer aqui um pequeno comentário a respeito do Book of Angels, Vol. 11: Zaebos que, apesar de não ser de composições do trio e sim de temas klezmer de John Zorn, tem um pique muito semelhante ao Radiolarians 1.

Zaebos’ /></p>

<p><a href="http://www.mmw.net/">Site oficial</a></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/medeskimartinandwood">Myspace</a></p>

<p>música pra ouvir: <i>Reliquary</i></p> </body></html>

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10 reproduções

The Thing: Garage, 2004

★★★★½

Se tem uma banda com atitude no free jazz de hoje, ela se chama The Thing.

O trio escandinavo liderado pelo saxofonista Mats Gustafsson faz praticamente um punk com baixo acústico e bateria. Mas, ao mesmo tempo, é free jazz puro.

Originalmente formado para tocar músicas de Don Cherry, o trio foi gradativamente incluindo músicas próprias a seus discos, sem, no entanto, esquecer as versões: de Ornette Colemann (ah vá!?) a Lightning Bolt, tudo passa pelo Filtro The Thing.

Esse filtro tem uma característica marcante: o tocar de Gustafsson. O saxofonista começou a carreira cedo - aos 14 anos, pegou o bocal do seu sax e encaixou na antiga flauta, criando seu flautofone (fluteophone). Tocou com AALY Trio, Two Slices of Acoustic Car, Derek Bailey’s Company, Ken Vandermark, Peter Brotzmann, Sonic Youth, só pra citar alguns exemplos.

Avesso a tradições, explora dezenas de técnicas de seu instrumento, tanto de respiração quanto até microtons. Essas variações vão do sutil ao denso em microsegundos, com competência e estilo singulares.

Se você gostar dessa música do post, pode ir atrás de qualquer álbum dos caras. É garantido. Pena que é tão difícil achar informações completas dessa banda na web.

Agressivo, coalhado de improviso, experimentalismo e qualquer outro ismo que você quiser, The Thing espõe as víceras do jazz, sem medo de sangue.

Site do selo Smalltown Superjazz

wikipedia

Introduction @ paalnilssen-love

música pra ouvir: Aluminium

comentários originais

Carlos Bêla 15/08/2008 às 3:41 pm Fala Sergio! Já ouvi falar mas nunca escutei. Valeu a dica, vou atrás e te digo! Abraço

sergio stefano 15/08/2008 às 3:13 pm Cara, vc já ouviu God is an Astronault? Acho que vai gostar. abs

Alessandra Tussi 28/07/2008 às 6:30 pm Feliz aniversário amanhã! :D

Carlos Bêla 06/07/2008 às 5:40 pm Fala Bruno, bem lembrado! Não por acaso, o Zu já gravou um disco com o próprio Mats Gustafsson chamado “How To Raise An Ox”. http://www.lastfm.com.br/music/Zu+%26+Mats+Gustafsson Abraço

Bruno 06/07/2008 às 10:24 am Quando vi o “punk com baixo acústico e bateria” me lembrei do Zu, da Itália. Banda muito boa, que segue esse estilo. Altamente recomendado.

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6 reproduções

Stanton Moore Trio: Emphasis! (On Parenthesis), 2008

★★★★

Deve ser conhecido de muita gente esse cara, mas não posso deixa de comentar sobre o mais novo disco do trio liderado pelo baterista Stanton Moore. Ainda mais que, numa busca rápida por resultados em páginas brasileiras, encontrei muito pouco – e pra quem aprecia um jazz-funk e não conhece ainda o trabalho desse americano, vale a pena ir atrás.

Emphasis! (On Parenthesis) é o mais recente disco solo de Moore, o quarto de sua carreira que começou nos primeiros anos da década de 90 com o (então) sexteto de Nova Orleans de jazz-funk Galactic. De lá pra cá o baterista participou de inúmeros projetos, de R&B a jazz, passando até por uma contribuição com o punk-metal do Corrosion of Conformity.

Esse disco é um ótimo exemplo do que Stanton Moore pode oferecer ao gênero hoje tão bem representado por Medeski, Martin & Wood (embora o trio seja eclético o suficiente para não ser encaixado em um único gênero).

Liderando o trio que conta também com Will Bernard (guitarra) e Robert Walter (hammond B3, piano e outras teclas), o compositor apresenta 11 músicas impossíveis de não acompanhar batendo o pezinho ou socando o volante do carro. Grooves, breakbeats, guitarras sincopadas, órgãos tradiças e uma fome por uma rítmica complexa porém acessível.

O trio dá até umas arriscadas em uns temas mais rock como, por exemplo, a (Who Ate The) Layer Cake? (os títulos de todas as faixas contém indicações entre-parenteses). Mas é na quebradeira funk que a coisa fica realmente séria, como você pode ouvir na faixa abaixo.

Dá pra ir sem medo nos outros álbuns solos dele, apesar de achar o primeiro, All Kooked Out (1998), o mais fraco dos quatro.

Grooovy, baby! ;)

Site oficial com várias músicas para escutar.

música pra ouvir: Over (Compensatin’)

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5 reproduções

Giraffes? Giraffes!: More Skin With Milk-Mouth, 2007

★★★★

Girafas? Sim, girafas.

Só o nome da banda já dá vontade de baixar o álbum, nem que seja pra uma espiadela rapidita no som.

Pois. Fiz. E não é que não é só de nome que os caras são bons?

A dupla de Post/Math-Rock formada por Joseph Andreoli e Kenneth Topham faz um som que lembra principalmente The Advantage, mas também Hella e outros similares: melodias simples, repetitivas e frenéticas, tempo rápido, construção inteligente. Deve ser bem legal ver isso ao vivo.

Ouvir? Ouvir!

Confira o MySpace oficial que tem 6 faixas disponíveis pra auscutar, fora o exemplo acima que é praticamente um progressivo matemático. [aperte o play]

música pra ouvir: I Am S/H(im)e[r] As You Am S/H(im)e[r] As You Are Me And We Am I And I Are All Our Together: Our Collective Consciousness‚ Psyc

comentários originais

Renan Molin 29/05/2008 às 12:21 am Coisa fina Giraffes hein? Não connhecia, mas gostei bastante, um mix de Dream Theater com Crystal Casltes, se é que isso é possível! Me lembrou isso: http://www.myspace.com/frommonumenttomasses abraço

Medina 13/03/2008 às 3:38 pm olha que coisa linda: http://www.youtube.com/watch?v=B0KUTj7vNS0

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5 reproduções

The Science Group: Spoors, 2004

★★★★½

The Science Group foi fundado em 1997 na França e, guardadas as proporções, poderíamos encarar como uma continuação do som do super-grupo inglês de avant-prog Henry Cow.

Não por acaso a comparação: o percussionista, baterista, compositor, letrista e teórico musical Chris Cluter toca nas duas bandas. O sócio-fundador do Cow, guitarrista Fred Frith, participa do primeiro do Science Group também. E, claro, o som: uma combinação de avant-prog com jazz, clássico, experimental, eletrônico, ambient, RIO, avant-garde, e o que mais aparecer tem muito do clima da banda inglesa.

Chris Cluter parece viver numa realidade paralela. Ao menos temporalmente falando: é impressionante a quantidade de projetos que o cara se envolve: Slapp Happy, Art Bears, Aksak Maboul, Cassiber, News From Babel, David Thomas and The Pedestrians, Peter Blegvad, Pere Ubu, Zeena Parkins, The Residents, Lindsay Cooper, Gong, fora os discos solos (3, por enquanto), livros, participação em filmes, etc.

Americano nascido em 1947, cresceu na Inglaterra e nunca estudou música. Em 1971 foi convidado a substituir o baterista da banda Henry Cow… e aí que toda a história do cara começa.

Foi com Fred Frith e Tim Hodgkinson que, no final dos anos 70, ele fundou o Rock In Opposion (RIO), um movimento/coletivo de bandas unidas em oposição à industria músical. O festival que iniciou o movimento tinha como slogan “The music the record companies don’t want you to hear” (A música que as gravadoras não querem que você ouça) e dele fizeram parte, além do Henry Cow: Stormy Six, Samla Mammas Manna, Univers Zero e Etron Fou Leloubla. Só coisa fina. :)

De lá pra cá RIO virou sinônimo de avant-garde progressive rock (avant-prog, pra encurtar) ou rock experimental.

Essa galera toda merece alguns vários posts no Aporias (Marcio Nigro, inclusive, já escreveu aqui no blog sobre bandas que se encaixam no gênero: Magma e Alammailman Vasarat), mas foquemos no The Science Group.

Viagem no tempo para 1996. Chris Cutler propõe ao amigo Stevan Tickmayer (compositor contemporâneo erudito e tecladista) gravar um disco usando seus textos sobre ciência que ele vinha desenvolvendo desde 1992. Era o começo do Science Group. A dupla então chamou alguns convidados especialíssimos pra colaborar: Fred Frith (resenha aqui), Claudio Puntin (clarinete), Amy Denio (voz), Bob Drake (do Thinking Plague, baixo, guitarra, percussão).

Em 1999 lançam o A Mere Coincidence pelo selo inglês Recommended Records (do próprio Cutler).

Em 2003, parte desse grupo - Cutler, Tickmayer, Drake junto com o guitarrista e compositor Mike Johnson, fundador do Thinking Plague - lança o instrumental Spoors.

As vozes, pra quem não gostou delas no primeiro disco, não estão presentes, o que, de certa maneira, poderia dar um ar mais acessível ao disco. Mas não: aqui o som é menos rock, mais erudito, com uma levada dark e obliqua e que até se arrisca, em alguns momentos, a incluir elementos e instrumentos eletrônicos na orquestração.

O disco de 15 faixas é dividido em 4 “suites”: Timelines (temas mais velozes, matemáticos e complexos), New Indents (temas mais soltos, experimentais, em levadas dissonantes quando não atonais, onde as teclas tem maior importância), Bagatelles (mais pesado, meio circense, cujas cordas aparecem mais) e Old and News Paths (bem avant-prog, rock, esquisito, lembrando, em vários momentos, o trabalho erudito do Zappa).

Brilhante.

Chris Cutler oficial

Chris Cutler wiki

Tickmayer

RIO wiki

música pra ouvir: Old And New Paths: Discrete Networks

Puscifer: V is for Vagina, 2007


★★★½

Como fã do Tool e do seu vocalista Maynard James Keenan, fiquei curioso em ouvir o seu novo recém-lançado projeto Puscifer.

Boas surpresas:
1- não parece o chatinho A Perfect Circle
2- não parece Tool (tem coisa mais sem-graça que projetos paralelos soarem iguais aos originais?)
3- é bom!

A capa bunitcha, assim como o nome do disco e até do projeto (Pussy + Lucifer? é essa a sacada?) dão um ar meio adolescentóide que o som não tem.
Há uma certa dose de industrial em várias faixas, mas nada forçado ou cliché.

O projeto existe desde 2003, data da trilha do filme Underworld mas, pelo que entendi, esse V Is For Vagina é o primeiro álbum “normal”.

Ouça o disco todo no site oficial.
Página do projeto no Youtube.
página bem completa sobre Maynard James Keenan no wikipedia.


comentários originais:
Richarley Menescal
08/11/2007 às 10:39 am
Gostei muito desse disco. Mas foi impossível pra mim ouví-lo sem ficar imaginando a participação do Mike Patton no adiado novo disco do Massive Attack… hehehe… Sério, em alguns momentos achei a voz do Maynard bem parecida com a do Patton.

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4 reproduções

Chrome Hoof: Pre-Emptive False Rapture, 2007

★★★★

A capa é uma mistura de logo metal com cromados bregas dos anos 80. Só faltou dregadês de azul pro branco e marrons. A primeira faixa já espanta essa impressão causada pela capa, com um post rock nada anos 80. A segunda já tem uma linha mais acessível e um vocal feminino “quase-pop” que entra perto do final da faixa de cinco minutos e meio, numa levada mais feliz. A terceira já vai numa onda post-punk com uma guitarrinha esperta Talking Headiana. A quarta tem um teclado meio John Lord, guitarras pesadas e uma levada disco-circense.

E por aí vai. nada de novo em cada uma faixa, não fosse a junção delas todas não ser uma coletânea e sim o trabalho de uma única banda.

Originalmente um duo de baixo e bateria, o Chrome Hoof é daquelas gratas surpresas. Tem tudo pra virar queridinhos indies. No bom sentido.

Este terceiro disco (considerando um EP) da banda inglesa tem uma variedade surpreendente de instrumentação. Os atuais 9 ou 10 multi-instrumentistas que formam a “orquestra” Chrome Hoof oferecem uma grande variedade de arranjos, sonoridades e misturas. Do metal ao disco, do funk ao experimental, do Goblin ao Mr. Bungle.

Nada previsível, um pouco estranho, mas extremamente acessível.

Um disco pra ouvir várias vezes e continuar sacando as nuances e invenções.

Bem legal!

Myspace

música pra ouvir: Leave This Ruined Husk

Mooncake: More Oxygen, I Said…, 2007

★★★

Bem legal esse EP/single de 3 músicas da banda russa Mooncake. É um Post-Rock lento, com boas variações de intensidade, feito por 2 guitarras, baixo e bateria.
Disco curtinho (menos de 15 minutos) mas que dá um bom teaser do que pode vir a ser o primeiro Long Play da banda. :D

Veja o Last.fm com as 3 músicas pra escutar + um vídeo da música inédita 444.