Postagens com o marcador folk

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1 reprodução

segunda faixa do novo disco do A Hawk and a Hacksaw, “Cervantine”, 2011.
AllMusic | MySpace | Blog | Wikipedia

King Missile – Happy Hour (1992)
★★★★½

grande disco de uma banda peculiar.

“Essentially a vehicle for the musings of John S. Hall, King Missile merged off-kilter spoken word monologues with eclectic, mildly psychedelic rock & roll. Hall’s dry, absurdist sense of humor colored much of the group’s output, blurring the lines between comedy, Beat poetry, narrative prose, and simple rock lyrics. Yet in spite of their focus on Hall’s literary bent and all its New York artiness, King Missile was most definitely a band, and relied on music to play a much more than perfunctory role in their overall effect.” (AllMusic)

ouça (samples) e baixe

King MissileHappy Hour (1992)
★★★★½

grande disco de uma banda peculiar.

“Essentially a vehicle for the musings of John S. Hall, King Missile merged off-kilter spoken word monologues with eclectic, mildly psychedelic rock & roll. Hall’s dry, absurdist sense of humor colored much of the group’s output, blurring the lines between comedy, Beat poetry, narrative prose, and simple rock lyrics. Yet in spite of their focus on Hall’s literary bent and all its New York artiness, King Missile was most definitely a band, and relied on music to play a much more than perfunctory role in their overall effect.” (AllMusic)

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72 reproduções

[da Wikipedia] Ólöf Arnalds (born 1980) is an Icelandic singer/songwriter and indie musician who has been active within the Icelandic music scene for quite some time. Apart from doing her own music as of lately and being a touring member of Múm since 2003, she has cooperated with bands and artists such as Stórsveit Nix Noltes, Mugison, Slowblow and Skúli Sverrisson. Between 1988 and 2002 Ólöf studied violin and classical singing, and in 2002-2006 she studied composition and new media at Iceland Academy of the Arts.

Burning Bridge, do álbum “Compass, Blanket, Lantern, Mojo” (2009). Spectre Folk é Pete Nolan (Magik Markers), Peter Meehan (colunista de culinária do New York Times) e Steve Shelley (Sonic Youth).

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26 reproduções

uma das faixas do disco do post anterior.

Tin Hat - Foreign Legion, 2010
★★★★

o ex-Tin Hat Trio tem feito, desde sua fundação em 1997, discos belíssimos, com uma inventiva mistura de erudito, folk, música de cabaré, jazz, e outros tantos estilos, com uma cara ao mesmo tempo erudita e acessível.

fundado por Rob Burger (acordeon), Mark Orton (violão) e Carla Kihlstedt (violino), o grupo gravou 5 discos - sendo o último já sem o “Trio” no nome, devido a saída de Burger, e a entrada de Zeena Parkins (harpa), Ben Goldberg (clarinete) e Ara Anderson (metais e teclados).

este disco que você pode baixar no link é o primeiro registro oficial ao vivo da banda. pra quem é fã, uma ótima retrospectiva. pra quem não conhece, o melhor jeito de se aprofundar no som dos caras.

RECOMENDO.

Tin Hat - Foreign Legion, 2010
★★★★

o ex-Tin Hat Trio tem feito, desde sua fundação em 1997, discos belíssimos, com uma inventiva mistura de erudito, folk, música de cabaré, jazz, e outros tantos estilos, com uma cara ao mesmo tempo erudita e acessível.

fundado por Rob Burger (acordeon), Mark Orton (violão) e Carla Kihlstedt (violino), o grupo gravou 5 discos - sendo o último já sem o “Trio” no nome, devido a saída de Burger, e a entrada de Zeena Parkins (harpa), Ben Goldberg (clarinete) e Ara Anderson (metais e teclados).

este disco que você pode baixar no link é o primeiro registro oficial ao vivo da banda. pra quem é fã, uma ótima retrospectiva. pra quem não conhece, o melhor jeito de se aprofundar no som dos caras.

RECOMENDO.

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97 reproduções

Dream Get Together, faixa título do novo disco do Citay. Folk-rock psicodélico e alto astral.

Mais info.: Site oficial | MySpace

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21 reproduções

Elvis Perkins: Elvis Perkins In Dearland, 2009

★★★★

O ano de 2009 continua trazendo boas surpresas. Este belo projeto do compositor, vocalista, violonista e filho do Norman Bates, digo, Anthony Perkins é uma delas.

Com um sólido e criativo acompanhamento de instrumentos pouco comuns pro gênero, como tuba, saxofones, clarinetes e outros horns, o folk de Elvis Perkins tem retrogosto de Dylan com Neil Young e Leonard Cohen, sem, no entanto, correr o risco de ser rotulado como imitação de algum deles.

Tem lá seu DNA musical próprio, falando de morte com leveza e elegância. Na real, se você não prestar atenção nas letras, parece mais uma celebração à vida.

Ouça a primeira faixa aqui [aperte o play acima].

Ou siga o MySpace

Site oficial

música pra ouvir: Shampoo

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10 reproduções

DeLeon: DeLeon, 2008

★★★★

Bela surpresa este disco.

Numa mistura original de rock indie, pop, folk, música cigana e sefardita (judaica, vinda de Portugal e Espanha), as auto-denominadas “melodias da pré-Inquisição pós-modernizadas” do quinteto DeLeon são deliciosas de ouvir.

O álbum dessa banda novaiorquina liderada pelo vocalista e guitarrista Dan Saks já mostra maturidade impressionante para o primeiro disco de uma banda formada em abril do ano passado.

As músicas, cantadas em inglês, hebraico ou ladino, além das influências citadas acima, trazem nacos modernos de Animal Collective, Talking Heads ou até Dengue Fever (com quem já fizeram tour).

O mais puro 15th Century Spanish Indie Rock!

MySpace oficial com mais 2 músicas pra escutar.

Aqui você vê o clipe produzido pela própria banda na turnê com Mike Gordon e Balkan Beat Box.

música pra ouvir: La Ner V’Livsamim

comentários originais

Bruno Scartozzoni 27/01/2010 às 7:17 pm Alguém sabe onde baixar esse album? Procurei nos quatro cantos da web e não encontrei.

henrík 26/11/2008 às 10:13 pm soa estranho parece turco gostei.

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7 reproduções

Magnolia Electric Co.: Sojourner, 2007

★★★★½

Jason Molina (do ótimo Songs: Ohia) acaba de lançar um box da sua banda Magnolia Electric Co., composto por nada menos que 4 CDs e 1 DVD- uma porrada de música boa de uma só vez.

Sojourner consiste em: Nashville Moon, gravado em meados de 2005 com Steve Albini, e The Black Ram são os discos mais rock, com toda banda tocando; Sun Session, um EP gravado em março de 2006, e Shohola, gravado na casa de Molina, são os mais tranquilos e intimistas. E o DVD The Road Becomes What You Leave que mostra a turnê da banda pelo Canadá.

Seu som tranquilo, folk, e sua voz a-la Neil Young estão mais finos que nunca. Mais um grande disco de 2007.

Site Oficial traz músicas e videos para download.

MySpace

música pra ouvir: Texas 71

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6 reproduções

Rock Plaza Central: Are We Not Horses?, 2006

★★★★½

Legal o nome dessa banda, não? Costumam ser comparados com outra de nome curioso e triplo: Neutral Milk Hotel. Será? Num sei.

Os canadenses do Rock Plaza Central formam um septeto. Po, gente pacas pra fazer um rock/folk? Será? Num sei.

Só sei de uma coisa: que puta disco!

A capa já me lembrou o trabalho do Cisma, o que de prima me fez ir com a cara da banda. Mas esse blog não é sobre design então, passemos direto ao que interessa: o som.

Sim, é compreensível serem comparados ao Neutral Milk Hotel e Will Oldham (Palace) mas, pessoalmente, curti mais o trabalho desses caras. Eles me soam menos melancólicos que os outros 2 artistas. Lembram também os ótimos Mountain Goats, Songs:Ohia e Magnolia Electric Co.

A voz de Chris Eaton, que explora seus maneirismos a seu favor, adiciona uma personalidade absurda ao trabalho do grupo, assumindo fortes referências gospel, folk e country. Os violinos e metais (trombone e trompetes) que o acompanham muitas vezes trazem um ar meio “fanfarra” ao mesmo tempo que colorem e texturizam as composições de Eaton - que por todo disco falam de cavalos mecânicos programados para pensar como cavalos reais. Os violões, tão típicos do gênero, acabam tendo uma importância reduzida, apesar de estarem sempre presentes.

Cello, piano, banjo, mandolim, acordeon e percussão completam a instrumentação, que abusa de dinâmicas e soa de maneira absolutamente orgânica… chegando a parecer, em alguns momentos, quase como uma orquestra bêbada.

A tornado of violins, horns and whisky - disse a Eye Magazine. Então, me dá mais uma dose… cowboy, claro :P

Site oficial.

Ouça mais faixas no Myspace

música pra ouvir: I Am An Excellent Steel Horse

comentários originais

Marck 18/04/2007 às 11:51 am Puta som cara, essa levada Folk/Country beabaço me agrada muito. Alias, podia colocar algo do Rodriguez. Beijundas

riga 08/04/2007 às 9:56 pm howdy ho! ducarai Bob!

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7 reproduções

Rube Waddell: Stink Bait, 1998

★★★★★

Pra contrapor o post anterior, possivelmente o disco mais pop e “normal” que apareceu no Aporias, aqui vai uma sugestão de um estranhamente ótimo.

Mestres do lo-fi experimental, Rube Waddell vem fazendo, desde 1996, discos divertidíssimos.

No esquema mais do it yourself possível, as músicas são gravadas em armazéns, prédios abandonados, living rooms, prédios de estuário, apartamentos, etc.

O homem Rube Waddell, que dá nome à banda, foi um canhoto pitcher da Liga de Baseball americana que morreu no Primeiro de abril de 1914 de uma pneumonia conseguida graças ao consumo excessivo de álcool e de uma suicida predileção de salvar pessoas randomicamente. O que isso tem a ver com a banda eu não sei.

As faixas são misturas pouco usuais, segundo eles mesmos, de “Blues, Gospel, Country, Música Latina, Irish Folk, Rock, Punk, Mariacchi, teatro alemão, temas da Ásia e Oriente Médio” e mais uma porrada de coisa. Um grande pastiche com muita personalidade.

A maior influência, pra mim, certamente (mesmo que seja sem querer) é Captain Beefheart. Outros entram na lista: Ween, Residents, Tom Waits, Jon Spencer, entre outros.

A instrumentação é muito variada e inclui slide guitars, mandolim, trompete, saxofones, ukulele, marimba, tabla, kazoo, gaitas, teclados de brinquedo, acordeon, banjo além de vários instrumentos fabricados por eles mesmos, “de guitarras de uma corda até percussão de ferro-velho”.

São, até agora, 3 discos lançados. O mais recente, Bound For The Gates Of Hell, eu ainda não consegui arrumar, mas os outros 2 são muito bons.

Site oficial com mp3, videos e outras cossitas más.

música pra ouvir: Eunice Irene

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henrík 16/01/2007 às 11:07 am: cara, muito bacana o blog; é a minha primeira visita aqui, mas já tá favoritado. vi no teu profile aqui do site q vc é designer viciado em música… é, mais um dessa classe falando aqui. o/ sobre as experimentações do rube, nunca tinha ouvido mas achei legal; me remeteu a um karnak láá de uns anos atrás.

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5 reproduções

Faun Fables: Family Album, 2004

★★★★

Alguns discos são assim: você ouve e imediatamente uma imagem da atmosfera que ele passa aparece na sua mente. Capas costumam ajudar mas nem sempre elas traduzem bem essa imagem. É o caso deste.

A capa mostra um pôr-do-sol, num campo plano, seco e vazio. Pra mim, esse campo tinha que ser cheio de árvores, daquelas do serrado brasileiro… e úmido. E torto. As árvorese somos nozes… :P

Mas, em compensação, o “clima” da capa é bem a do disco: quase aconchegante e familiar, quase normal… mas meio estranho, meio dramático. E o Drama, no sentido teatral e não melodramático, faz parte há um tempo da carreira da líder da banda.

Cantora, dançarina e compositora, Dawn McCarthy deixou uma série de bandas das quais participava em NY para, em 1997, seguir carreira solo. Em 1999 ela lançou o primeiro disco do Faun Fables.

O figura Nils Frykdahl (Sleepytime Gorilla Museum, Charming Hostess, Idiot Flesh, etc) curtiu e passou a colaborar com a banda da moça. Dessa união sairam, até agora, 4 discos, sendo o último, The Transit Rider, deste ano.

Outras participações interessantes surgiram, desde então: Will Oldham (Palace), Irr App Ext (Nurse with Wound) e sua irmã, Sheila McCarthy.

O fio condutor das músicas é sempre a voz. As referências são inúmeras: de músicas polonesas de arte (!) ao teatro, canções infantis, terror, yodel, gospel, opera e natureza. Mas principalmente o Folk. Aquele oldschool, voz e violão basicamente. Mas algo aí soa diferente, um pouco estranho e enigmático. E é esse twist que faz essa banda ser bem interessante.

O clima é meio mítico, meio bicho-grilo, meio épico, meio trágico, meio hipinótico. Parece um pouco música antiga - ou música de outra época - em algum outro lugar - que não necessariamente é antiga. Seria talvez música de floresta? Uhm… Isso pode soar meio Enya… o que DEFINITIVAMENTE não é o caso.

Cara, difícil definir o singular som da garota. Mais fácil você escutar. [aperta o play lá em cima, se é que você já não o fez]

Que tal? Escuta de novo que você vai acostumando. E gostando. :)

Vale a pena.

Site oficial.

música pra ouvir: Eternal

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alê 30/11/2006 às 3:21 pm: Realmente não me empolgou de primeira. Daqui a pouco escuto de novo e vejo se não foi só pq o som é ‘diferentão’ (aqui não é o melhor lugar pra confessar uma coisa dessas, mas o fato é que minha classificação das músicas é binária: ‘tradicionais’ e ‘diferentonas’). De qualquer modo, Faun Fables já tem o mérito de dar uma boa trilha para um filminho… Mas perdi o foco! Vim aqui pra falar outra coisa: ingressos karnakianos devidamente em mãos! Bratz!

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2 reproduções

Ashkhabad: City Of Love, 1993

★★★★

World Music. Eca. Este rótulo causa náuseas em muita gente. A culpa basicamente é dos exemplos que sugiram há poucas décadas: artistas que colocavam um ou outro instrumento típico ou um grupo musical folclórico um país terceiro-mundista com sua música (normalmente) americana pop, a fim de levar seu nome para uma grande audiência. Exemplos, bons ou ruins, não faltam: Paul Simon, Baka Beyond, Mickey Hart, David Byrne, Ry Cooder, Jimmy Page & Robert Plant. Parecem mais jogadas de marketing do que outra coisa… mas só parece, né, Ry Cooder?

O fato que essa música aí de cima deveria ser corretamente chamada de “Worldbeat”. World Music não é isso e sim a música típica de fato, com o mínimo de interpretação externa (ocidental, pop) possível.

O selo do Peter Gabriel, Real World, ajudou a criar essa indigestão na moçada, devido a alguns lançamentos de pouca originalidade e muita pretensão. Mas, outros tantos títulos excelentes foram colocados no mercado pelo ex-Genesis, inclusive suas próprias criações, como a trilha sonora de “Passion” (“A Última tentação de Cristo”) do Scorsese, além de grandes artistas como o paquistanês Nusrat Fateh Ali Khan.

O grupo do Turquemenistão Ashkhabad está nessa categoria de bons títulos. E é World Music no sentido mais legal possível.

A música do país, cuja capital dá o nome à banda, é uma mistureba, como não poderia deixar de ser: está apertado entre o Azerbaijão, Cazaquistão, Uzbequistão, Afeganistão e Irã. Originou-se com tribos nômades turcas que foram posteriormente “islamizadas” e, mais tarde, massacradas e dominadas pelos russos. Só obtiveram independência da Rússia em 1991. Musicalmente a referência mais forte, no entanto, é a turca.

Os cinco músicos do Ashkhabad baseam-se na música tradicional da região para criar suas próprias composições, além de tocar “clássicos” como “Ayrylsa” (abaixo) e “Balam Seni”.

As canções são essencialmente conduzidas por cordas tocadas por dedo ou palheta - como o dutar (ou tar), mais típico da região e o sar (uma espécie de balalaica) -, voz e muita percussão manual (daqueles instrumentos menores e mais agudos). Mas, como a influência egipcia e até indiana é grande, instrumentos como violino, viola, cello, não poderiam faltar, fazendo aquelas linhas ornamentais típicas.

O vocalista, lider da banda, Atabi Tsharykuliev, é excepcional e muito versátil. É dele a maioria dos arranjos e, imagino, a cara da capa do disco.

Pena que a banda só tenha lançado este disco e depois… sumido. Ainda estou à procura de outros discos da mesma nacionalidade e, se achar algum tão bom, postarei aqui. Se vc curtir, acabo de achar um site sobre música clássica do Turquemenistão, com alguma informação e muitos samples pra escutar .

Uma curiosidade: Jocelyn Pook é a pessoa que toca viola neste disco. Conhece?

Bem, se você assistiu “De Olhos Bem Fechados”, do Kubrick, não há como se esquecer: é dela o tema bizonho “Masked Ball” que tem vozes de padres cantadas de trás pra frente junto com um órgão de igreja terrorífico, além de outras músicas da trilha do último filme do Mestre.

música pra ouvir: Ayrylsa