Postagens com o marcador math

Fat32 é a banda que vai estar acompanhando o Secret Chiefs 3 em sua turnê de verão pela Europa.

Battles - Ice Cream (Featuring Matias Aguayo) - taken from ‘Gloss Drop’ album (by battlestheband)

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Risky Biz, faixa 4 do último disco (auto-intitulado) da loirinha arretada Marnie Stern.

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Giraffes? Giraffes!: More Skin With Milk-Mouth, 2007

★★★★

Girafas? Sim, girafas.

Só o nome da banda já dá vontade de baixar o álbum, nem que seja pra uma espiadela rapidita no som.

Pois. Fiz. E não é que não é só de nome que os caras são bons?

A dupla de Post/Math-Rock formada por Joseph Andreoli e Kenneth Topham faz um som que lembra principalmente The Advantage, mas também Hella e outros similares: melodias simples, repetitivas e frenéticas, tempo rápido, construção inteligente. Deve ser bem legal ver isso ao vivo.

Ouvir? Ouvir!

Confira o MySpace oficial que tem 6 faixas disponíveis pra auscutar, fora o exemplo acima que é praticamente um progressivo matemático. [aperte o play]

música pra ouvir: I Am S/H(im)e[r] As You Am S/H(im)e[r] As You Are Me And We Am I And I Are All Our Together: Our Collective Consciousness‚ Psyc

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Renan Molin 29/05/2008 às 12:21 am Coisa fina Giraffes hein? Não connhecia, mas gostei bastante, um mix de Dream Theater com Crystal Casltes, se é que isso é possível! Me lembrou isso: http://www.myspace.com/frommonumenttomasses abraço

Medina 13/03/2008 às 3:38 pm olha que coisa linda: http://www.youtube.com/watch?v=B0KUTj7vNS0

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2 reproduções

Laddio Bolocko: The Life & Times of, 2002

★★★★½

Se tem uma banda de post-rock que eu considero singular, essa se chama Laddio Bolocko.

Esses caras tem a atitude e originalidade que falta em muitos novos lançamentos do gênero (?).

Se você tem achado o Battles novo um puta disco (que, de fato, é), ouça este, com músicas do final da década passada. :)

Ok, não quero entrar de novo naquelas análises de vantagens e desvantagens de se usar rótulos. Sempre fui contra eles até começar a escrever este blog e me tocar que, sem um pouco de generalização, fica difícil demais de falar de música.

O que o Laddio Bolocko tem de post-rock é o fato de ser instrumental, levar boas doses de experimentalismo às suas composições, utilizar instrumentos eletrônicos pra compor com guitarras, baixo e bateria, e ter forte influência de minimalismo, avant-garde jazz, math e ambient.

Mais que isso, a banda novaiorquina formada por membros do Mars Volta, Panicsville, Craw and Chalk e Dazzling Killmen em 1996, incorpora muito do kraut rock, de noise tipo Flying Luttenbachers ou Ruins, uma sujeira e caos post-punk de um This Heat, além de uma certa irreverência instrumental.

Com músicas variando de 60 segundos a 34 minutos, esse disco duplo é uma compilação de todas as gravações da banda que, infelizmente, já acabou. O primeiro disco contém o Strange Warmings of Laddio Bolocko, de 1997, e é mais sombrio, sujo e experimetal. O segundo disco, no entanto, é mais hipnótico e psicodélico, compilando os EPs In Real Time, de 1998 e As If By Remote de 1999.

Se você não curte noise, fuja desse disco. Mas se você está à procura de sons com personalidade e culhões :P , Laddio Bolocko pode ser uma ótima pedida.

Grand Ulena: Gateway to Dignity, 2003

★★★★

Excelente disco de estréia da banda Grand Ulena. Noise, ritmos assimétricos e muita dissonância.

Trio de guitarra, baixo e bateria tipo Orthrelm, Ho-Ag, Usaisamonster e, claro, Ruins.

ouça um preview do disco no Last.fm

Site Oficial com uma música pra download.

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3 reproduções

Battles: Mirrored, 2007

★★★★★

Candidato a disco do ano. Enter.

Finalmente saiu esse disco oficialmente, assim posso comentar (e colocar a capa no post - até então desconhecida). As faixas vazaram na segunda semana de março, data deste post, mas só agora foi lançado “de verdade”.

O buchicho em volta do primeiro LP da banda é justificável:

1- seus integrantes já passaram por bandas (ou ainda fazem parte) como Don Caballero, Helmet, Tomahawk, Lynx, entre outros

2- os 3 EPs lançados em 2004 e 2006 já davam um preview do poder de ataque do Battles

Tras EP e B EP introduziram o som post-rock da banda, mas sem causar muito alarde. Em 2006 lançaram o EP C, significativamente melhor e mais maduro que os anteriores. Mas é com Mirrored agora que a banda põe o pau na mesa. Com todo respeito.

O teaser começou no último dia de fevereiro, com esse excelente clipe da música Atlas, postado no YouTube.

Esse disco é o primeiro que tem vocais nas músicas. Até então o Battles era uma banda 100% instrumental e, acredito, justamente pelo fato de adicionar voz ao seu som, eles deixaram de parecer como outras tantas bandas de post-math-rock pra passarem a soar como… eles mesmos.

O vocal é sempre trabalhado de maneira criativa, processado com pitchs, vocoders, delays e outros efeitos, dando uma cara meio robótica mas, ao mesmo tempo, humanizando - e dando um ar até por vezes infantil ou cômico - à música.

Um certo aroma krautrock é notável em algumas faixas, assim como influências de progressivos 70’s, mas com uma roupagem definitivamente pessoal e intransferível. Impossível também não lembrar de obras do Minimalismo de Steve Reich e companhia bela: repetição de pequenos trechos com pequenas variações ao longo do tempo com resultados hipnóticos.

Fudido!

Site Oficial

Myspace

Battles band

música pra ouvir: Ddiamondd

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george 28/05/2007 às 1:18 am Esse disco vicia. Muito foda mesmo!

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Pattern Is Movement: Stowaway, 2005

★★★★

Engraçado como tem épocas que você fica semanas, ou mesmo meses, sem escutar nada novo muito significativo e, noutras, você conhece, em menos de uma semana, meia dúzia de novos artistas muito bons. “Novos”, no mínimo, pra você…

Na última semana foram 3 audições de estréia (Pattern Is Movement, Gutbucket, Friendly Bears) mais o último John Zorn resenhado abaixo e uma reprise, daquelas que o disco se torna muito melhor que da primeira vez (The Paper Chase). Cinco discos excelentes e pouco tempo para escrever sobre eles.

Falemos de Pattern Is Movement.

O nome da banda já é meio auto-explicativo: as repetição de padrões sonoros são evidentes logo de cara. Música eletrônica, você pode pensar? Nem… O som é orgânico.

Um rock, meio math, meio pop.

A escultura sonora construída pela banda soa labiríntica e ao mesmo tempo acessível.

Pela repetição das células musicais, o trio formado pelos americanos da Filadélfia Andrew Thiboldeaux, Corey Duncan e Chris Ward cria texturas sonoras muito interessantes, principalmente pelo fato delas serem feitas de instrumentos tradicionais de rock como violões, guitarras, órgãos, violinos.

Há, claro, pela construção musical de todo disco, uma influência evidente do Minimalismo musical. Mas a banda leva a coisa mais pra um estilo pop, com belas linhas vocais melódicas que contrapõem com a intrincada construção instrumental.

É isso que torna o som deles interessante: apesar da embaralhada base musical, tudo é tratado como um rock “comum”. A idéia que o disco passa é que eles não querem provar pra ninguém que sabem programar ou fazer uma elaborada polirritmia e sim que o centro da musicalidade é a canção em si.

Dissonância e consonância, complexidade e simplicidade, redundância e concisão, matemática e rock… enfim, opostos conversando naturalmente, como se fossem velhos conhecidos.

Site Oficial.

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Marcos Veiga 13/04/2007 às 3:51 pm Engraçado vc comentar The Paper Chase. Baixei os caras meio sem querer. Fiquei dias tentando decidir se gostava ou não do som. Entre o som bacana com vocal de adolescente Acho a “Said the spider to the fly” bem do caralho. Abraco

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Dysrhythmia: Barriers And Passages, 2006

★★★½

Dica vinda da sessão de links do site do Ahleuchatistas, logo após escrever a resenha abaixo.

Tem uma certa semelhança com eles, mas Dysrhythmia é mais complexo e irregular, como o próprio nome já dá a entender.

O trio da Filadélfia mixa rock progressivo, indie-rock, avant-jazz e ambient, resultando num som forte, encorpado, do jeito que a gente gosta (uhmm… isso não era um slogan de café instantâneo?).

Pra quem curte sons que não dão pra ser acompanhados com o bater dos pezinhos.

música pra ouvir: Appeared At First

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Vagner 05/06/2007 às 12:23 am Tenho todos os álbuns, mas com certeza esse é o melhor!!